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terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Plástica Saudavel



Cindy Jackson (Ohio, Estados Unidos, 1955) é uma cantora e escritora que aparece no Livro dos Records por ser a mulher com maior número de cirurgias plásticas do mundo. Ela estabeleceu este recorde em 2000 e mantém-se invicta. O Guinness confirmou que Cindy ainda detém o recorde mundial de sua lista em 2010.

Biografia

Filha de um inventor norte-americano, ela cresceu em Fremont, Ohio. Mudou-se para Londres, em Abril de 1977, para estudar na faculdade de artes. Ela também é cantora e compositora de rock. Atualmente apresenta-se frequentemente na Europa como artista solo, além de fazer partipações em shows de algums bandas cantando em Inglês, Alemão e Francês.

Escritora

Ela escreveu dois best-sellers. Sua autobiografia, Living Doll (Vida de Boneca), e Cosmetic Surgery Secrets (Segredos da Cirurgia Plástica), um guia abrangente para pacientes que irão subemeter-se à cirurgia estética, este que é atualizado a cada ano.
[editar] Bibliografia

* Jackson, Cindy. Living Doll. [S.l.]: Metro Books, 2002.
* Cindy Jackson's Image and Cosmetic Surgery Secrets: Including The Ultimate Guide to Cosmetic Surgery by Cindy Jackson (Cindy Jackson Ltd., 2009 edition)
* Guinness World Records 2009 by Guinness World Records (Guinness, 2009)

Em busca da beleza


Jocelyn Wildenstein (nascida em 5 de agosto de 1940) é uma socialite que tem sido freqüentemente visto na imprensa sensacionalista por causa de suas inúmeras cirurgias plásticas.

Jocelyn cresceu em Lausana, na Suíça, onde se tornou uma caçadora hábil e pilota. Suas habilidades levou a um convite para um fim de semana tiro realizado na reserva do jogo de 66.000 hectares de propriedade privada quenianas de um revendedor de arte, o bilionário Alec Wildenstein.

Jocelyn teve um filho de Daniel Wildenstein, o proprietário de um dos maiores conglomerados do mundo da arte maior e mais bem-sucedido, Wildenstein & Company. Em 30 de abril de 1978 Alec e Jocelyn se casaram em Las Vegas. Ela era obcecada com a obtenção de idade e foi submetida a várias cirurgias cosméticas. No entanto, depois de ver o marido com outra mulher, ela fez uma outra operação. Eles se divorciaram mais tarde.

O casal teve dois filhos, uma filha, Diane, e um filho, Alec Jr. Uma amante de animais exóticos, Jocelyn tem um macaco-prego, chamados de Cacau, que viajou com o casal em seu jato particular. Ela também manteve um pacote de cinco galgos italianos.

Gastou cerca de quatro milhões de dólares em cirurgias plásticas. O horrível resultado foi amplamente mostrado pela mídia.

Em busca do corpo perfeito

Cada vez mais, o silicone tem feito parte da vida e do sonho de muitas mulheres (e de homens também). A colocação de próteses é um sucesso no Brasil, que é o segundo país do mundo nesses tipos de cirurgia plástica, perdendo apenas para os Estados Unidos. As próteses campeãs são as de mama, seguida por glúteos, queixo e panturrilha. Existem por aí afora, diversas facilitações de pagamento de cirurgias plásticas, como planos que dividem em até trinta e sete vezes o total do custo e também consórcios!
Bem, antes de tudo, o que interessa a discussão sobre esse tema são as motivações exteriores que levam uma pessoa a colocação de próteses de silicone, pois as motivações interiores são subjetivas e de ordem individual. Motivações exteriores para esse tipo de cirurgia plástica estão aí na mídia aos montes: as revistas, televisão, cinema (e outros canais é claro), estampam os padrões de beleza ditados e vendem a tal da beleza como algo a ser buscado como ideal pelas consumidoras. A indústria da cirurgia plástica, e a estética americanizada, conseguiram emplacar a moda do peito e do bumbum grande conseguidos pelo silicone. A mesma indústria, que conjuntamente com o apelo da mídia, lucrou bastante com a moda do peito pequeno nos anos 80. Muitas mulheres que, naquela época, fizeram cirurgia para reduzir os seios, com a moda do silicone, novamente voltaram à mesa cirúrgica para aumentar os seios.
Uia! Fonte: Google
Fora o silicone, muitas outras intervenções cirúrgicas são sucesso nas clínicas, como as lipoaspirações, botóx, a plástica das covinhas (sim, para criar os buraquinhos nas bochechas quando a pessoa sorri), a plástica do buraquinho no queixo, do abdômen tanquinho, encurtamento dos dedos dos pés, etc. E tudo isso para quê? Para atingir um ideal de perfeição de beleza construída, onde todo mundo tem que ser igual ou muito parecida com a modelo tal, a atriz fulana, a apresentadora não-sei-o-quê! Essa obrigação de ser linda a qualquer custo tem levado muitas mulheres para a mesa de cirurgia não por serem motivadas por questões subjetivas, mas por quererem se enquadrar dentro de um padrão ditado de beleza.
E com o crescimento e popularização do uso de próteses de silicone, muitos são os casos do seu uso exagerado... seja aquela amiga que “colocou seio” e não ficou proporcional ao restante do corpo, ou por pessoas que vemos na mídia devido a cirurgias que mais parecem aberrações. Um exemplo bem recente é o caso de Sheyla Hershey, que buscava o recorde mundial do maior seio siliconado, que devido a uma infecção e rejeição do corpo, teve que retirar sua prótese de mais de 2,5 litros, além de perder parte de sua mama.
Ou ainda o exemplo de outra brasileira, a Valesca Popozuda que aplicou 550 ml de silicone no bumbum. O que será que essas mulheres buscam? Qual será a real motivação para o uso cada vez mais comum desse tipo de cirurgia plástica? Será apenas uma motivação pessoal de querer se sentir bem, ou algo muito além da vontade individual? É preciso refletir essa questão e perceber que nem sempre é uma motivação pessoal que faz tantas pessoas modificarem seus corpos, mas uma ideologia poderosa do consumo que vendem a idéia de um corpo perfeito a qualquer custo.

Photoshop - Antes e Depois




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